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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

INTERNET - Pode afetar o cérebro como álcool e cocaína...




São Paulo -
O vício pela internet pode afetar o cérebro da mesma maneira que a dependência das drogas.

Cientistas chineses analisaram imagens cerebrais de adolescentes diagnosticados com "transtorno do vício de internet" e descobriram que as alterações nos órgãos dos pacientes eram semelhantes às observadas em pessoas viciadas em álcool, maconha e cocaína. A descoberta poderá ajudar no desenvolvimento de novas abordagens de tratamento. O estudo foi publicado no periódico PLoS One.

Resultado: O estudo relacionou, pela primeira vez, o vício pela internet e danos ao cérebro. Os dados mostraram que viciados em internet possuem alterações no cérebro semelhantes às pessoas viciadas em drogas como a maconha e a cocaína.

O pesquisa, financiada pela Fundação de Ciências Naturais da China, analisou imagens de cérebro de 17 adolescentes viciados em internet e as comparou com 16 jovens saudáveis. Os resultados mostraram danos nas fibras de massa branca cerebral que conectam regiões envolvidas no processamento das emoções, atenção, tomada de decisão e controle cognitivo.

Alterações semelhantes já foram observadas em estudos com pessoas viciadas em álcool e cocaína.

Os autores admitem que não é possível dizer se as mudanças no cérebro são causa ou consequência do vício pela internet - é possível que pessoas jovens com alterações cerebrais sejam mais propensas ao vício. "Os resultados sugerem que a integridade da massa branca pode servir como base para o tratamento de pessoas que não conseguem se desvencilhar da internet", disseram os autores.

CONHEÇA A PESQUISA - Título original: Abnormal White Matter Integrity in Adolescents with Internet Addiction Disorder: A Tract-Based Spatial Statistics Study.

Onde foi divulgada: periódico PLoS One

Quem fez: Fuchun Lin1, Yan Zhou, Yasong Du, Lindi Qin, Zhimin Zhao, Jianrong Xu, Hao Lei

Instituição: Jiao Tong University Medical School, Xanghai

Dados de amostragem: 17 adolescentes viciados em internet, 16 adolescentes saudáveis

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

USUÁRIOS FACEBOOK SEPARADOS POR 5 PESSOAS DE DISTÂNCIA




Estudo da Universidade de Milão indica que todos os usuários ativos do Facebook estão separados em média por 4,7 amigos

SÃO PAULO – Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Milão, na Itália, em colaboração com o Facebook contradiz a teoria anterior de que todas as pessoas estão relacionadas por seis graus de relacionamento — por no máximo seis pessoas. De acordo com os dados da nova pesquisa divulgados pela rede social, todos os usuários do Facebook estão separados por 4,74 pessoas.  Ou seja, entre você e qualquer outro usuário do Facebook há em média alguém que conhece alguém, que conhece alguém,  que conhece alguém que conhece aquela pessoa — pelo menos se você levar em conta que conhece todo mundo da sua lista de amigos.

Usando cálculos avançados, os pesquisadores do Laboratório de Algoritmos Web da universidade descobriram que 99,6% dos usuários ativos do Facebook (721 milhões de perfis que formam mais de 69 bilhões de relações de amizades) estão separados por cinco pessoas e 92% deles, por apenas quatro conexões.

“À medida que o Facebook tem crescido com os anos, representando uma fração cada vez maior da população mundial, a rede social se tornou mais conectada. A distância média em 2008 era de 5,28 amigos, enquanto agora é de 4,74″, disse o Facebook (por meio de um texto publicado na página da sua equipe de análise de dados) na segunda-feira, 21.

De acordo com o Facebook, é a maior pesquisa do tipo já realizada porque abrange quase 10% da população do mundo e contradiz a ideia proposta pela primeira vez em 1929 pelo autor húngaro Frigyes Karinthy de que todas as pessoas estão relacionadas umas com as outras por no máximo seis conexões. 

Uma pesquisa anterior, realizada na década de 1960 pelo psicólogo norte-americano Stanley Milgram com voluntários, indicou que entre uma pessoa e outra havia uma distância de 5,2 conhecidos. Os dados da nova pesquisa ainda indicam que, se analisados apenas os habitantes de um mesmo país — 84% das relações de amizade na rede social — , a diferença entre as pessoas cai para três amigos.

“É importante notar que, embora Milgram tenha sido influenciado pela mesma pergunta (quantos indivíduos separam duas pessoas), esses números não são diretamente comparáveis; seus objetos de estudo tinham um conhecimento restrito da rede social, enquanto nós temos quase uma representação completa da coisa toda. Nossos cálculos essencialmente descrevem as rotas mais curtas possíveis que as pessoas estudadas por ele poderiam ter encontrado”, diz o Facebook.

Também de acordo com os dados, um usuário do Facebook tem em média 190 amigos; 50% deles têm mais de 100 amigos, 20% têm menos de 25 amigos e 10% têm menos de 10 amigos.

Gráfico mostra evolução nas relações entre usuários do Facebook à medida que o número de pessoas no site aumento. FOTO: REPRODUÇÃO


terça-feira, 22 de novembro de 2011

REDES SOCIAIS VIRAM FEBRE NA BUSCA POR EMPREGO. SAIBA COMO ACHAR SUA VAGA

Confira os principais canais do Twitter, Facebook, entre outros, 
para encontrar trabalho 
Renato Dell
Redes sociais têm se tornado uma ferramenta recorrente na busca por uma vaga no mercado de trabalho. Pesquisa do segmento, realizada pela Catho Online - especializada em recolocação profissional - aponta que 24% dos entrevistados conseguiram participar, em 2011, de algum processo seletivo por meio de sites de relacionamento.

Com Renato Dell foi assim. O estudante de publicidade e propaganda procurava um novo estágio e acompanhava pelo Facebook o perfil Social Trampos, quando surgiu o anúncio de uma vaga na sua área. Ele logo encaminhou seu currículo por e-mail, fez uma entrevista e foi contratado.
- Eu mandei uns 40, 50 currículos. Fui chamado só pra quatro ou cinco entrevistas. Se tivesse desistido na terceira, não estaria empregado agora.

A página divulga vagas específicas para a área de social media, contudo a rede está repleta de perfis que divulgam vagas de empregos diversas - no quadro abaixo, confira a lista dos principais canais para conseguir uma vaga na rede.

Ainda que a maior parte das oportunidades seja na área de comunicação, o mercado tem crescido muito e engloba outros segmentos. Nos maiores sites de divulgação, há subdivisões com vagas de meios e cargos (como estagiários e executivos).

De acordo com Priscila Ponte, consultora de recursos humanos do site de classificados Catho Online, a dica mais importante para quem busca emprego pela internet é se “fazer presente” e divulgar o currículo nos mais variados meios online.

- Sites pagos ou gratuitos, redes e grupos sociais, blogs e sites das próprias empresas, além de utilizar os e-mails indicados por seu networking [rede de pessoas com a qual se relaciona].

Outro ponto importante é que o profissional tem que ser proativo. Não adianta se inscrever em sites de classificados de empregos e ficar à espera do convite para o processo seletivo. Manter o currículo atualizado, dinamizar suas buscas e acompanhar as tendências do mercado são atitudes fundamentais.

Redes especializadas 

Além do Twitter e Facebook, mais usadas atualmente, há outras redes sociais voltadas diretamente ao mercado de trabalho, como o LinkedIn. Elas têm como vantagem a possibilidade de interação direta com as pessoas e empresas que têm as vagas abertas. O profissional que faz uso deste tipo de plataforma ainda pode fazer contatos, sem a ajuda de outras empresas. Também é possível fazer uso da ferramenta em que as pessoas elogiam e recomendam seu trabalho, como antigos chefes.
Segundo a pesquisa realizada pela Catho Online em abril deste ano, quanto maior o nível hierárquico, maior a utilização desse tipo de site.

O peso de sites e blogs

É importante lembrar que, no Brasil, as redes sociais ainda são os meios menos utilizados pela maior parte das empresas para recrutamento de profissionais. Desta forma, elas não devem ser a única fonte de busca de empregos, pois ainda não ganharam força suficiente para superar o networking e os sites e blogs criados somente com esta finalidade.

Por mais que tenha mudado nos últimos anos, as indicações e sites de classificados aparecem como os meios mais efetivos de contratação, de acordo com o levantamento. Por isso, manter o bom relacionamento com pessoas que podem fazer uma indicação para uma vaga de emprego, ainda é uma ótima forma de conquistar um espaço no mercado.

Cerca de 68% das pessoas usam a internet para procurar trabalho. Assim, é sempre válido que o profissional utilize todos os recursos disponíveis na rede para aumentar as chances de contato com uma empresa.

Procure sua vaga nas redes sociais

* colaboraram Isabella Fagnani e Marina Ribeiro, estagiárias do R7

30% DE PAIS BRASILEIROS ESTÃO NO FACEBOOK

Percentual de pessoas com filho que têm perfil em redes sociais alcança 70%

Pais Facebook

A maioria dos pais brasileiros já prefere cutucar o filho no Facebook do que em outras redes sociais de acordo com uma pesquisa realizada pela Positivo Informática com 448 pessoas de oito estados do país. 

O levantamento mostrou que, dos 70% dos pais têm uma página em uma rede social, 29% prefere o Facebook ao Orkut (26%).

O Facebook só não lidera porque o MSN também conquistou o mesmo percentual (29%).

O número de pais na rede social é bem parecido ao número de pessoas que afirmaram que os filhos também mantêm perfil ou participação em sites deste tipo (77%). 

Além disso, aproximadamente 72% assumiram que já visitam os perfis ou páginas pessoais dos filhos na web. 

No entanto, só 57% disseram que os filhos também já visitaram suas próprias páginas. 

O estudo foi feito com pais de crianças e adolescentes de escolas particulares usuárias do Portal Educacional.



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

eBay compra empresa que analisa redes sociais


São Francisco - O eBay afirmou ter adquirido a empresa de análise de dados Hunch para ajudá-lo a desenvolver mais tecnologias de recomendações de produtos para sua plataforma de vendas online.

Chris Dixon, Tom Pinckney e Matt Gattis, que fundaram a Hunch em 2009, permanecerão no eBay e continuarão sediados em Nova York. O valor da aquisição não foi revelado.

A Hunch analisa dados de redes sociais como o Facebook e questionários para fazer recomendações personalizadas. O eBay afirmou que a Hunch o ajudará a sugerir produtos relevantes para seus consumidores.

Essa foi a última de uma série de aquisições realizadas pelo eBay conforme a companhia tenta dar nova vida à sua plataforma de vendas online, que perdeu participação de mercado recentemente para a Amazon.com.

A maioria das varejistas, como a Amazon, têm estoques catalogáveis e os usam para recomendar produtos relacionados a clientes.

Já a plataforma Marketplaces do eBay oferece itens de outros vendedores, e muitos produtos são usados e únicos. Isso cria muitos dados não estruturados que são mais difíceis de analisar para possibilitar melhores buscas e recomendações.








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